Postagem referente a Semana 11
Foi de suma importância a leitura e vídeos que assisti para aprofundar mais o conhecimento sobre o processo ensino aprendizagem de Jovens e adultos. A educação de jovens e adultos deve ser uma educação multicultural, que priorize a integração na diversidade cultural. O adulto “não criança” como coloca Marta KohI, que está inserido na EJA é aquele que geralmente vem da zona rural empobrecida. Adultos que se deslocam para as grandes cidades a procura de trabalho e estudo de qualidade (digno) à suas competências e habilidades. Muitos alunos da EJA se caracterizam em sua linguagem e pensamento na maioria das vezes, um aluno com dificuldades de aprendizagem, devido ao tempo em que ficou sem estudar, “onde por vezes eles têm vergonha de freqüentar a escola depois de adultos e muitas vezes pensam que serão os únicos adultos nas classes de crianças, sentindo-se por isso humilhado e tornando-se inseguros quanto a sua própria capacidade pra aprender (Oliveira, 1989)”. Fica evidente que escola e educadores devem oportunizar ao educando atividades prazerosas e diversificadas na busca da conquista da afetividade, pontualidade e permanência plena do educando em sala de aula. Permitir fortemente que o aluno manifeste suas certezas e incertezas de mundo. E isso que é difícil aos educadores ditos tradicionais, o qual ainda estou inserida. Mas que estou a cada dia renovando meus conhecimentos a procura por mudança de estratégias de prática pedagógica. Não devo deixar dos velhos saberes, mas agregá-los aos novos paradigmas que estão aí (...). Seja este aluno jovem, adulto ou criança, todos sem exceção querem igualmente mudanças no ensino educacional. Portanto, as instituições escolares e ações individuais do educador que procura se adequar a esta nova modalidade de ensinar, estará certamente formando pessoas preparadas para desenvolver seu papel de cidadã na sociedade.
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Alfabetização de adultos: ainda um desafio
A história da alfabetização de jovens e adultos passou por muitas mudanças até agora. Hoje ainda há muitos obstáculos a ser desvendados e aprimorados na sistematização da metodologia da alfabetização de jovens e adultos. Ficou evidente no texto de Regina Hara, que o respeito e valorização aos saberes do educando, seja ele, crianças, jovens e adultos enfatizado por Paulo Freire ainda continuam desafiadores para educadores e instituição escolar no processo de alfabetização. A autora aborda muito bem o ponto de vista de que a aprendizagem se efetivará na verdade quando a vivência do educando ser considerada como “marco” de partida em busca da leitura e escrita com o devido respeito. A autora defende a idéia de uma alfabetização inovadora, de mudanças na metodologia, valorizando o conhecimento prévio do educando, baseada em investigações realizadas e testadas por “Teberosky, Ferreiro e Paulo Freire que tomam o homem como sujeito cognoscente e construtor de seu conhecimento”. Mas a realidade na maior parte das escolas da EJA, a alfabetização permeia uma mistura de “métodos e competência” deixando muito a desejar ainda no sentido de uma alfabetização onde o educador deve desempenhar o papel de mediador entre aluno e educador, onde o desenvolvimento do conhecimento e o respeito devido a diversidade cultural do educando seja levado em conta a todo momento. Além disso, devemos refletir quanto aos educadores que continuam desvalorizados e sem condições mínimas de trabalho para poder oferecer uma prática de ensino de qualidade ao educando, o educando que busca no educador respaldo as suas necessidades de poder interagir e participar no processo da construção da alfabetização.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Reflexão sobre entrevista com educadores da EJA
Segunda Proposta
Foram 4 propostas de Saída de Campo para que escolhêssemos uma na realização da atividade. Nós do grupo10, em comum acordo optamos pela 2ª proposta. Reunimo-nos no pólo para colocar nossas considerações a respeito das entrevistas realizadas junto aos educadores da EJA (6 educadores). Foi de grande valia para mim e acredito que para todas nós, o conhecimento que adquirimos através da troca de ideias entre os componentes do grupo a partir da análise das colocações dos educadores e fundamentadas em leituras sugeridas. Constatamos que predominou entre os seis educadores entrevistados a idéia de que a educação de jovens e adultos abrange alunos a partir de 15 anos até + ou – 18 anos (faixa etária) enquanto o adulto é aquele que está acima dos 18 anos, sem um limite máximo de idade. Os jovens são aqueles que geralmente “não deram certo” no ensino regular, isto é, muitas repetências, evasão e outros... Que muitos foram os fatores que contribuíram para saída e volta aos estudos. O fato de alunos pertencerem a diferentes grupos culturais, educadores crêem que não interfere no funcionamento cognitivo, pelo contrário, diferentes saberes ajudam no desenvolvimento do ser, no início até pode dar algum probleminha, mas na verdade, geralmente é superado. Tanto o jovem como o adulto trazem características culturais e experiências de vida para sala de aula, havendo troca de saberes. O diálogo, trabalho de equipe, mostrar diferentes caminhos são elementos fundamentais para que o trabalho da EJA seja bem-sucedido. Então, há por parte do sistema a valorização devida dos profissionais da EJA para um trabalho que possa ser considerado bem-sucedido na realidade? Independente de ser Jovem ou adulto os mesmos procuram oportunidade de melhores condições de interação em seu contexto social, pessoal, intelectual, através da EJA (...)
Estou aprendendo com esta interdisciplina desde o início, e a interagir com o grupo na busca de conhecimento coletivo em relação a EJA. Este semestre promete muitas interações - aprendizagens!
Foram 4 propostas de Saída de Campo para que escolhêssemos uma na realização da atividade. Nós do grupo10, em comum acordo optamos pela 2ª proposta. Reunimo-nos no pólo para colocar nossas considerações a respeito das entrevistas realizadas junto aos educadores da EJA (6 educadores). Foi de grande valia para mim e acredito que para todas nós, o conhecimento que adquirimos através da troca de ideias entre os componentes do grupo a partir da análise das colocações dos educadores e fundamentadas em leituras sugeridas. Constatamos que predominou entre os seis educadores entrevistados a idéia de que a educação de jovens e adultos abrange alunos a partir de 15 anos até + ou – 18 anos (faixa etária) enquanto o adulto é aquele que está acima dos 18 anos, sem um limite máximo de idade. Os jovens são aqueles que geralmente “não deram certo” no ensino regular, isto é, muitas repetências, evasão e outros... Que muitos foram os fatores que contribuíram para saída e volta aos estudos. O fato de alunos pertencerem a diferentes grupos culturais, educadores crêem que não interfere no funcionamento cognitivo, pelo contrário, diferentes saberes ajudam no desenvolvimento do ser, no início até pode dar algum probleminha, mas na verdade, geralmente é superado. Tanto o jovem como o adulto trazem características culturais e experiências de vida para sala de aula, havendo troca de saberes. O diálogo, trabalho de equipe, mostrar diferentes caminhos são elementos fundamentais para que o trabalho da EJA seja bem-sucedido. Então, há por parte do sistema a valorização devida dos profissionais da EJA para um trabalho que possa ser considerado bem-sucedido na realidade? Independente de ser Jovem ou adulto os mesmos procuram oportunidade de melhores condições de interação em seu contexto social, pessoal, intelectual, através da EJA (...)
Estou aprendendo com esta interdisciplina desde o início, e a interagir com o grupo na busca de conhecimento coletivo em relação a EJA. Este semestre promete muitas interações - aprendizagens!
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